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Para saber se a automação é mesmo capaz de mudar para (muito) melhor o dia-a- dia-da loja, basta uma conversa com o dono ou com o diretor de algum estabelecimento. Na certa, o interessado em automatizar vai ouvir declarações como a de Rodrigo Sein, diretor comercial da Blue Beach, rede de lojas que atua nos ramos de moda praia e moda aeróbica. “A automação gerou um controle maior das lojas, nas vendas e no estoque”, conta. “E, além disso, temos agilidade, e o planejamento das nossas ações é muito rápido, pois temos informações geradas com mais rapidez”, diz. Segundo Sein, a Blue Beach, que existe há nove anos, decidiu pela automação há sete, quando abriu filiais em shopping centers. “Com a automação, as filiais estão conectadas diretamente com a matriz”, aponta. Hoje, a rede já conta com 15 lojas, principalmente no Estado de São Paulo.
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Rapidez e eficiência também resumem os benefícios gerados pela automação na loja Motostreet, de Belo Horizonte. “A decisão de automatizar ocorreu há cincos pela nossa própria necessidade de crescer. A loja cresceu, e precisávamos melhorar o atendimento ao cliente”, explica Álvaro Batista Filgueiras, sócio-gerente da empresa. Com 25 anos no mercado de roupas e acessórios para esportes off-road (como enduros e rally), a loja tem todo o processo de gerenciamento automatizado. “Com isso a gente praticamente elimina o erro humano”, afirma Filgueiras. Na avaliação do sócio-gerente, a maior dificuldade enfrentada pela loja ocorreu na transição do sistema arcaico para o sistema automatizado. “Mas, com treinamento, a adaptação acabou sendo rápida”, conta Filgueiras. “Na verdade, havia um medo do novo, mas depois que se conhece o novo – a automação, no caso – ficou mais fácil”, conclui. |