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Com a implantação do Plano Real, em 1994, o mercado de farmácias e drogarias passou a respirar novos ares, muito mais saudáveis. Segundo avaliação do Sebrae, a estabilidade econômica gerada pela nova moeda fez com que boa parte da população investisse mais em saúde, especialmente para superar ou prevenir problemas gerados pelas chamadas doenças modernas, como stress, hábitos incorretos de alimentação e doenças no trabalho.
A Abifarma (Associação da Indústria Farmacêutica) estima que, com o Real, cerca de 20% da população de menor poder aquisitivo passou a consumir mais medicamentos e que, diante desse percentual, se observa um enorme potencial de crescimento do segmento farmacêutico. Ou seja, o mercado consumidor real é de 30 milhões de pessoas para uma população estimada em quase 160 milhões.
E quando as perspectivas são boas, a concorrência é acirrada. Ninguém quer ficar sem uma fatia de um mercado ainda não saturado e com potencial de crescimento tão positivo quanto o de farmácias e drogarias. Sendo assim, buscar alternativas que fazem a diferença na disputa pelo consumidor se torna uma obrigação para quem está nesse segmento. É dessa necessidade que surgem idéias criativas como os serviços de telentrega de medicamentos, os drive-thru e as chamadas drugstores (que colocam itens típicos de lojas de conveniência lado a lado com os produtos farmacêuticos).
Mas nenhuma ação, por mais criativa e diferenciada que seja, é capaz de gerar competitividade à farmácia sem que seja feito um investimento em automação comercial. Para enfrentar a concorrência, com controle eficiente de estoque e agilidade no atendimento, automatize seu estabelecimento. Sem contra-indicações.
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