﻿<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Notícias</title><copyright>(c) 2010, Bematech - Todos os direitos reservados.</copyright><ttl>Bematech</ttl><item><title>Tecpar e Intec inauguram o Espaço Bematech</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;16/08/2010 &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Descrição : &lt;strong&gt;Espaço resgata história da Bematech
(Fonte: Portal TECPAR) &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Na última quinta-feira (12), o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e a Incubadora Tecnológica de Curitiba (Intec) inauguraram o Espaço Bematech, local que servirá para a divulgação de experiências de inovação bem-sucedidas.

Estiveram presentes no evento o secretário da Indústria e Comércio do Paraná, Virgílio Moreira Filho, o diretor técnico do Tecpar, Bill Jorge Costa, o gerente da Intec, Júlio Cesar Felix, o presidente da Bematech, Carlos Costa Pinto, o presidente do conselho dessa empresa, Marcel Malczewski, além de outras autoridades e empresários de diferentes regiões do país.

O projeto é uma parceria com a empresa de automação comercial Bematech, pioneira na fabricação de mini-impressoras em larga escala e blocos impressores para terminais de autoatendimento, e visa à promoção das ações da Intec e ao favorecimento do relacionamento e da troca de informações entre incubadoras, além de funcionar como canal de divulgação dos produtos e processos das empresas incubadas e graduadas. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.bematech.com.br/noticia-16-08-2010-tecpar+e+intec+inauguram+o+espaco+bematech.html</link></item><item><title>Bematech busca negócios na área de cartões</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;10/08/2010 &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Descrição : &lt;strong&gt;Fonte: Valor Econômico &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A Bematech, empresa provedora de soluções de tecnologia para o varejo, quer aproveitar a unificação das máquinas leitoras de cartão de crédito e de débito e reforçar a oferta de opções de equipamentos e serviços para pagamentos eletrônicos aos clientes. "É uma aposta, uma oportunidade. O mercado está em ebulição", diz o presidente, Carlos Costa Pinto, sobre a estratégia para o segundo semestre.

A empresa fechou o segundo trimestre com crescimento de 2% na receita líquida, que chegou a R$ 82 milhões, e o lucro passou dos R$ 400 mil registrados em igual período de 2009 para R$ 8,2 milhões. A margem bruta aumentou de 39,7% para 41,4%.

A Bematech apresentou crescimento de 5,5% no segmento de hardware, que responde por 68% de suas receitas, mas teve queda de 4% em software e serviços. Ela fechou o trimestre com caixa líquido de R$ 37,5 milhões e voltou a analisar a possibilidade de fazer aquisições. Um grupo formado por três executivos analisa oportunidades de negócios. No período, a empresa investiu R$ 4,1 milhões em pesquisa e desenvolvimento de produtos e melhoria dos existentes.

O resultado do segundo trimestre ficou abaixo do previsto porque, segundo Costa Pinto, houve uma desaceleração em junho, "talvez por causa da Copa do Mundo" e menor tempo de vendas. Mas ele acredita que, como grandes clientes do varejo tiveram bom desempenho no período, isso serve como sinal para as perspectivas de resultados para os próximos meses.

O executivo contou que houve aumento no volume de vendas de mini-impressoras (14,4%) e de CPUs e microterminais (24,7%). O número de licenças comercializadas alcançou 2.154 unidades (crescimento de 47%), mas em especial nos segmentos de bares e restaurantes, mais baratas que outros sistemas oferecidos pela empresa. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.bematech.com.br/noticia-10-08-2010-bematech+busca+negocios+na+area+de+cartoes.html</link></item><item><title>Mídias sociais, como Twitter e Facebook, atraem empresas</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;09/08/2010 &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Descrição : &lt;strong&gt;Apesar do interesse por esse novo tipo de comunicação com o investidor, é preciso cuidado ao usar as redes (Fonte: Brasil Econômico)
 &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O superintendente de relações com investidores do Itaú Unibanco, Geraldo Soares, está satisfeito com a repercussão do perfil de relações com investidores (RI) do banco nas redes sociais. No final de 2009, o banco usou, além das mídias tradicionais, o microblog Twitter para divulgar suas ações de sustentabilidade, comemorando os dez anos de listagem no índice "Dow Jones Sustainability Index", o mais importante do mundo nesse segmento. Muitos representantes de ONGs (organizações não governamentais) e profissionais de sustentabilidade acompanharam a apresentação no microblog e geraram um grande efeito multiplicador de comunicação, conta Soares. Pelas suas contas, a cadeia de seguidores que acompanhou a programação chegou a 10 mil. "Foi impressionante a quantidade de presidentes e diretores de ONGs que retransmitiram a palestra a seus públicos", acrescenta.

Esse é um bom exemplo de como a comunicação instantânea e interativa das mídias sociais, acessadas por um público eclético e formador de opinião, começa a atrair os departamentos financeiros das empresas. "Temos clientes, acionistas, fornecedores, associações, ONGs e estudantes que nos acompanham", disse Soares. O banco decidiu participar do Twitter em 2008, criando um perfil corporativo e outro para RI. Outras companhias de capital aberto, como a Gol, a Weg e a Bematech também possuem perfis de RI para dialogar com seus públicos. Pela grande interatividade, o Twitter tem sido a mídia preferida das empresas.

No perfil de RI do banco são veiculadas as cotações das ações preferenciais e ordinárias do Itaú, eventos financeiros e agenda de divulgação de apresentações ou resultados. Soares frisa que as notícias divulgadas tanto no microblog como em outras mídias são feitas após informar previamente o órgão regulador, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A divulgação de informações financeiras em comunidades virtuais segue as diretrizes vigentes na instrução 358 da CVM, que trata da divulgação e uso de informações relevantes das companhias abertas. "O Twitter também pode ser utilizado como item adicional de comunicação, mas seu uso não elimina nem reduz, de qualquer forma, as obrigações do diretor de relações com investidores de fazer as comunicações adequadas na forma da instrução", manifestou o órgão, por meio de sua assessoria de imprensa.

O objetivo não é priorizar um ou outro meio de comunicação, mas ir de encontro a todos os que se relacionam com o banco de alguma forma. A rapidez de disseminação das informações pelas redes sociais não pode ser desprezada, observa Roberto Sirotsky, diretor de novos negócios da agência gaúcha de comunicação digital, 3YZ. "Querendo ou não, as empresas têm que monitorar seu público e adaptar suas abordagens. As redes sociais são fontes importantes de informação", afirma.

A repercussão de notícias nas comunidades virtuais pode ser uma faca de dois gumes, alerta Sirotsky. Um episódio polêmico ocorreu com a Locaweb, fornecedora de hospedagem de sites. O então diretor comercial da companhia, Alex Glikas, foi demitido no final de março depois de enviar mensagens provocativas aos torcedores do São Paulo Futebol Clube pelo Twitter. Na época, a Locaweb havia fechado um patrocínio com o São Paulo para o clássico contra o Corinthians no Campeonato Paulista. Glikas, corintiano declarado, postou comentários tripudiando o rival durante o jogo, causando protestos da torcida são-paulina e a sua saída da empresa.

COMUNIDADES FINANCEIRAS VIRTUAIS

Mas há exceções que confirmam a regra A Bematech, líder em automação comercial, decidiu criar o seu perfil financeiro após ouvir a experiência dos colegas de RI do Itaú e Weg. "Vimos uma oportunidade de multiplicar a atuação de nosso departamento de forma mais ágil e sem sobrecarga maior de nossa demanda", disse a diretora de RI da Bematech, Mônica Carvalho Molina. Para acelerar a comunicação com o seu público, a Bematech entrou em comunidades virtuais como o Seeking Alpha, microblog americano de informações financeiras, o Linkedln, mídia de relacionamento corporativo, SlideShare e Facebook, para compartilhamento de conteúdo. "Postamos apresentações institucionais, notícias financeiras recentes e resultados trimestrais", detalha.

O perfil da Bematech no Twitter estreou este ano e as repercussões junto aos seguidores ainda estão sendo avaliadas, observa Mônica. Mas a companhia pretende trabalhar o lançamento do perfil durante o mês de julho. "Depois vamos falar da divulgação de nossos resultados" , adianta a diretora. A exemplo de Soares, do Itaú, Mônica também concorda ser necessário criar canais de comunicação.

Requisitos para ser profissional da área são cada vez maiores

Cresce procura por especialistas em relações com investidores

A exigência por transparência nas empresas de capital aberto nunca esteve tão grande. Investidores profissionais, iniciantes ou não, vêem no mercado de capitais uma opção atrativa para maximar suas economias no menor espaço de tempo. De olho nesses investidores, a empresa recorre ao profissional de relações com investidores ou simplesmente o RI -, para apresentar as oportunidades de retorno da companhia. "O grande desafio do profissional de RI é saber falar sobre os fundamentos da empresa descrevendo as vantagens competitivas e ter agilidade para fazer cálculos comparativos", disse a diretora de RI da Bematech, Mônica Carvalho Molina. "Precisa estar sempre atualizado, pois a tendência é que ele encontre questionamentos que exijam conhecimento prévio", acrescenta Mônica à lista de exigências de um bom gestor de RI.

Cabe ao RI apresentar a situação econômico-financeira da companhia a uma audiência bastante diversificada, que inclui acionistas, investidores, analistas de mercado, jornalistas e órgãos reguladores. Mas diante de um público tão heterogêneo é preciso saber se comunicar. "Um aposentado, por exemplo, tem muito mais tempo para ouvir sobre a empresa do que um analista", diz Geraldo Soares, superintendente de RI do Itaú Unibanco. "O RI tem que segmentar a comunicação".

No aspecto técnico, o profissional de RI tem que conhecer todas as áreas de finanças, como controladoria, tesouraria, fusões e aquisições e planejamento financeiro. "Do contrário, nao se habilitará a concorrer a uma cadeira de diretor financeiro", comenta o gerente executivo de finanças e TI da recrutadora de executivos Michal Page, Luiz Gustavo Mariano. Quanto maior o grau de transparência nas informações, mais positiva é a repercussão geral sobre a companhia, observa Iran Siqueira Lima, presidente e um dos coordenadores do MBA de RI da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi). "Seumdebenturista for comunicado dos prêmios e encargos na datacorreta, vai se sentir mais confortável em ter papéis da empresa".

Um departamento financeiro que consegue informar rapidamente o quanto foi pago de dividendos e juros sobre capital próprio nos últimos anos, ou que explique prontamente o motivo das oscilações de curto prazo dos ativos, demonstra possuir um excelente sistema de informações gerenciais, detalha Lima. Para ser um bom profissional de RI, a experiência em outras áreas financeiras conta muito. Mónica Molina, da Bematech, conta que iniciou sua vivência em RI em 2006, oriunda da área de Tesouraria. Mónica lembra que foi nessa área que começou a negociar títulos de dívida com os credores. "O RI está se envolvendo cada vez mais com operações estruturadas de captação de dívida, como eurobonds e debêntures", comenta.

Como o mercado de RI é relativamente novo no Brasil, os primeiros profissionais vinham de diversas áreas. Muitas vinham da área de planejamento financeiro ou de instituições financeiras, lembra Lima, da Fipecafi. "O mercado amadureceu de 2004 para cá e as exigências dos profissionais mudou". O MBA da Fipecafi em RI formou a sua primeira turma em 2001, diz Lima. Até agora, seis classes foram concluídas, disponibilizando 114 profissionais e mais cinco estão em andamento. "Entre formados e cursandos, temos algo em torno de 225 participantes", observa.

A ampliação de funções já está sendo abordada nos cursos de formação. A fase inicial das empresas, de abertura de capital ou associações com concorrentes, exigia profissionais especializados em fusões e aquisições, normalmente encontrados em bancos de investimentos.

PROCURA AUMENTA

Mariano, da Michal Page, tem percebido aumento da procura por esses profissionais. As empresas começam a ter um pouco mais de confiança e preparam operações de captação de recursos. "No primeiro semestre o recrutamento ocorreu sob a ótica da substituição de profissionais. Neste segundo semestre a procura deve ser para aumento de quadro", observa. A carteira de vagas da Michael Page para RI foi de 10% do total no primeiro semestre, e deve aumentar para 15% no segundo, estima Mariano. A procura maior tem sido no setor de construção civil. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.bematech.com.br/noticia-09-08-2010-midias+sociais,+como+twitter+e+facebook,+atraem+empresas.html</link></item></channel></rss>